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Vítima de Leandro Lehart fala em entrevista ao fantástico: “dores psicológicas e limitações

Rita de Cássia Corrêa, de 40 anos, aceitou contar ao Fantástico os detalhes de um crime hediondo. Ela é a vítima. O acusado: o cantor e compositor Leandro Lehart, líder do grupo Art Popular. Um sucesso nacional nos anos 90.

“Eu troquei uma mensagem elogiando o trabalho dele. Por inbox numa rede social, ele acabou me respondendo. Ele vendo ali que eu tocava piano e trabalhei com música, me convidou para que eu fosse até a residência dele para que eu pudesse conhecer o estúdio e tocar piano”, relembra Rita.
A casa fica em uma região nobre da zona norte de São Paulo. Depois disso, segundo Rita, outros encontros aconteceram. Em cinco deles, houve relações sexuais. “Sempre muito educado, muito gentil, muito cortês”, diz Rita.

Mas, em 2019, ela conta que passou por uma situação violenta e degradante, um trauma do qual até hoje não conseguiu se recuperar.
O ex-vocalista do grupo Art Popular foi condenado a dez anos de prisão por estupro e manutenção de cárcere privado. Lehart se pronunciou por meio de uma nota na sexta (16), e disse ser “vítima de uma grande injustiça”.

“Ele me convidou para subir para o quarto dele que ficava no andar de cima da casa. Eu consenti e subi. Ele parou e perguntou: ‘Vamos ao banheiro para terminarmos lá? Porque de lá já poderíamos tomar um banho’. Eu não vi maldade nisso. Em sair ali do quarto e terminar ali no banheiro a relação sexual”, diz Rita.

No banheiro, ela afirma que Leandro foi agressivo, a imobilizou, e então, cometeu um ato grotesco e escatológico de violência.
“Na minha boca. Eu já comecei a me debater, e pedindo para ele parar. E tentando tirá-lo de cima de mim, mas eu não conseguia. Ele ainda se masturbou até chegar ao orgasmo”.
la conta que Leandro ainda a deixou um bom tempo trancada no banheiro. Segundo Rita, depois das humilhações e abusos, Leandro chamou um motorista de aplicativo e a deixou ir embora.

Em depoimento à Justiça, o músico negou as acusações.

“Meus amores, estou sendo vítima de uma grande injustiça, mas a verdade vai prevalecer em breve. São 40 anos de carreira e 50 anos de vida acreditando na justiça, e mesmo que ela tarde, ela não falha. E a maldade não prevalecerá nunca. Obrigado por tudo”, escreveu o pagodeiro.

Fonte: G1 Globo.com

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