Bailarina do Faustão pede ajuda na internet para conhecer o pai

Reprodução/FacebookA bailarina do "Domingão do Faustão", Carol Oliveira, quer conhecer seu pai

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    Bailarina do Faustão pede ajuda na internet para conhecer o pai
    A bailarina do “Domingão do Faustão”, Carol Oliveira, quer conhecer seu pai

     

A bailarina do “Domingão do Faustão”, Ana Carolina Oliveira, escreveu uma carta em seu perfil do Facebook, na segunda-feira (13), pedindo ajuda para conhecer o seu pai, chamado Marco André. A jovem de 29 anos explicou que ela é fruto de um breve romance que a mãe dela, Marta, teve com um baterista de uma banda de rock que tocava, em 1985, no Espaço Cultural da 508 Sul, em Brasília.

A tia de Carol, Fabiana Costa, tem ajudado a sobrinha nas buscas pelo pai e sempre a incentivou a procurá-lo, mas até o momento não tiveram nenhuma pista sobre o destino dele.

“Infelizmente ainda não sabemos de nada, muita gente fala que o conheceu, lembra da época, mas diz que não tem mais contato. Está complicado, mas tenho certeza que vou encontrá-lo”.

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Bailarina do Faustão pede ajuda na internet para conhecer o pai
Carol Oliveira publicou fotos com a mãe, Marta, em seu Facebook

De acordo com Fabiana, a produção do “Domingão do Faustão” já se disponibilizou a ajudá-la e esteve em Brasília, mas não conseguiu descobrir o destino do pai da bailarina.

Na carta aberta, Carol conta que o pai era moreno de olhos verdes, era professor de Matemática e tinha um irmão mais velho chamado Ricardo, que tocava contrabaixo na mesma banda que ele.

“Meu pai nunca soube de minha existência. A gravidez foi inesperada e os dois já haviam perdido contato quando minha mãe descobriu. Hoje tenho 29 anos, danço no Balé do Faustão e vivo com a sensação que meu pai pode estar me assistindo aos domingos sem saber que sou sua filha. Cresci com a curiosidade de desvendar essa história e poder um dia, quem sabe, descobrir quem é, ou foi, meu pai”, escreveu.

A bailarina conclui o texto pedindo ajuda para quem viveu em Brasília na mesma época  e que possa ter alguma pista como os nomes das bandas que tocavam no local e deixa os contatos de sua tia para quem souber de algo sobre seu pai.

“Tudo que eu sei está escrito aqui. Obrigada pela sua atenção e, por favor, peço que compartilhem essa carta”, conclui.

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