Taís Araújo lamenta extinção do MinC: “Cultura é a identidade de um país”

Divulgação/TV GloboTaís Araújo diz que cultura é a identidade do país A recente extinção do Ministério da Cultura, que foi fundido com o Ministério da Educação pela atual gestão do peemedebista Michel Temer, tem gerado uma mobilização da classe artística e cultural do país. Taís Araújo lamentou o fim do MinC e diz que considera perigosa a decisão.

"Acho uma merda. Cultura é a identidade de um país. Não é só sobre atores, lei rouanet, é muito maior. Se o país abrir mão da sua identidade vai por um caminho muito perigoso", disse a atriz nos bastidores de gravação de "Mister Brau", nesta quarta-feira (18).

Luis Miranda diz que está muito triste com a decisão do governo Temer, que considera um retrocesso. "É preciso passar um pano limpo na cultura, precisamos de uma reforma política. O incentivo precisa ser pluralizado. Mas é um retrocesso absurdo. A gente nao pode entender a cultura como um privilégio. Cultura é educação. A nossa geração tem que ficar atenta para mudar o que está por vir", desabafou.

Esta semana, várias artistas realizaram atos na sedes do MinC em Belo Horizonte e nos prédios do Iphan em Curitiba, Ceará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Em São Paulo, os manifestantes seguiram para a sede da Funarte, que segue ocupada com debates e encontros programados.

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    Taís Araújo lamenta extinção do MinC: "Cultura é a identidade de um país"
    Taís Araújo diz que cultura é a identidade do país

    A recente extinção do Ministério da Cultura, que foi fundido com o Ministério da Educação pela atual gestão do peemedebista Michel Temer, tem gerado uma mobilização da classe artística e cultural do país. Taís Araújo lamentou o fim do MinC e diz que considera perigosa a decisão.

“Acho uma merda. Cultura é a identidade de um país. Não é só sobre atores, lei rouanet, é muito maior. Se o país abrir mão da sua identidade vai por um caminho muito perigoso”, disse a atriz nos bastidores de gravação de “Mister Brau”, nesta quarta-feira (18).

Luis Miranda diz que está muito triste com a decisão do governo Temer, que considera um retrocesso. “É preciso passar um pano limpo na cultura, precisamos de uma reforma política. O incentivo precisa ser pluralizado. Mas é um retrocesso absurdo. A gente nao pode entender a cultura como um privilégio. Cultura é educação. A nossa geração tem que ficar atenta para mudar o que está por vir”, desabafou.

Esta semana, várias artistas realizaram atos na sedes do MinC em Belo Horizonte e nos prédios do Iphan em Curitiba, Ceará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Em São Paulo, os manifestantes seguiram para a sede da Funarte, que segue ocupada com debates e encontros programados.

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