Música

Emmerson Nogueira fala sobre “Versão Acústica 5”, seu novo disco

Emmerson Nogueira

O cantor e violonista Emmerson Nogueira está lançando o quinto volume da bem sucedida série “Versão Acústica”, onde ele interpreta vários sucessos da música pop do passado. O músico falou com o Popzone sobre o disco e sua carreira. Confira o papo.

Ano passado você lançou seu primeiro álbum autoral e agora está com um novo disco de covers no mercado. A ideia agora é intercalar esses dois tipo de projetos ou o disco autoral foi uma coisa mais isolada mesmo?
Com certeza foi mais isolado. Uma espécie de registro de um trabalho que fiz bem no início da minha vida com a música há mais de 20 anos.

Como estão seus shows agora? Há mistura de covers e músicas próprias?
Na verdade nunca coloquei nada do CD autoral e ainda não tenho nenhuma intenção de inserir músicas desse álbum no show. Não descarto a possibilidade disso acontecer no futuro, mas não saberia dizer em quanto tempo ou quando faria essa “mistura”. Mas o mais provável é não acontecer.

Como foi feita a seleção das músicas para o Versão Acústica 5? Todas as canções foram escolhidas por você?
Primeiro lançamos uma campanha na minha Fan Page pedindo sugestões para os internautas e amigos que frequentam a página. As sugestões foram incríveis e no mesmo instante já comecei a pesquisar algumas canções que até já conhecia mas acabei ouvindo novamente pra sentir o clima e ter alguma idéia sobre o arranjo acústico que eu poderia fazer. A primeira seleção chegou a ter 60 músicas.

Dessas tem alguma que seja sua favorita? E como encara o ato de interpretar músicas tão conhecidas? Você busca adicionar algum toque pessoal?
Minha favorita nesse disco é “Glory Of Love” do Peter Cetera que aliás não era minha favorita na lista antes da gravação. É fascinante poder gravar essas maravilhas e ainda poder cantá-las ao vivo pra um grande público. O toque pessoal acontece com naturalidade.

Em 2008 você lançou “Dreamer“, ainda um álbum de covers, mas que no geral era composto por canções bem menos conhecidas, feitas por gente como Ben Folds ou The Knife. Você pensa em fazer algo parecido novamente?
Nossa! (rindo) Por isso mesmo ele levou o nome de “Dreamer” (“sonhador”). Gostaria muito de fazer um desse tipo novamente. Foi muito bom gravá-lo!

O novo disco tem apenas músicas dos anos 70 e 80. Pessoalmente essa também é a sua época favorita em termos de música pop?

Na verdade vai de encontro com a ideia do projeto “Versão Acústica” que tem esse ponto forte sobre resgatar músicas que fizeram sucesso há muito ou pouco tempo atrás. Nesse caso, acabamos indo à épocas que para alguns é muito longe, como a década de 70, mas que para outros chega a ser desconhecida.

Se você fosse gravar um disco apenas com músicas feitas apenas no século 21, quais você gostaria de colocar no trabalho?
Pergunta difícil, mas tenho vontade de gravar um álbum inteiro apenas com canções de uma banda. Talvez um tributo aos Foo Fighters que seria, com certeza, de um prazer indescritível.

Para encerrar fale o que você anda ouvindo no momento. Tem algum artista mais novo que te chamou a atenção recentemente?
Estou escutando dezenas de coisas novas, mas tenho ouvido duas banda de Londres que realmente me chamaram a atenção: o Astronauts e uma chamada Flying Ibex.

Ouça a versão de “Glory Of Love

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