Marina Ruy Barbosa posta no Dia da Mulher: “Antes de julgar, procure saber”

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Marina Ruy Barbosa viu seu nome ser citado em discussões acaloradas nas redes sociais após ter sido ser apontada como pivô da separação de José Loreto e Débora Nascimento. Enquanto vários internautas culpavam a atriz no melhor estilo “destruidora de lares”, outros a defenderam, questionando por que muitos pensam que a “culpa” é sempre da mulher.

Nesta sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, Marina publicou um “textão” que pode bem ser interpretado como um recado aos que a criticaram quando seu nome foi envolvido na crise do casal de atores. “Oito de março é o dia da mulher. Mas muitas vezes a gente passa por essas datas sem nem entender direito, até porque tudo hoje em dia acaba indo por um viés comercial e superficial. Esse dia existe para relembrar nossas conquistas sociais, políticas e culturais ao longo dos anos. (Tudo bem que ainda falta muito, mas…) E pra relembrar também o quanto devemos unir nossas forças”, iniciou.

Em seguida, sugeriu um rompimento com o que sempre foi considerado feminino e pediu união. “Vamos desaprender o que a sociedade ensinou sobre as mulheres. Precisamos juntas desconstruir essa rivalidade que criaram entre nós. Comece por VOCÊ a mudança que quer ver em outra mulher. Hoje em dia, uma das coisas que mais penso antes de dizer algo sobre outra é que quando eu atinjo uma mulher estou automaticamente me atingindo”, argumentou.

Marina ainda criticou o que chamou de “feministas opressoras”. “Com certeza o falar é mais fácil do que o agir. Colocar em pratica atitudes feministas diante de uma sociedade que TODOS os dias propaga a rivalidade e competitividade entre as mulheres não é fácil. Mas é um esforço diário, e olhar atento pra todas as atitudes que temos. Devemos ter atenção, ninguém sabe a dor que a outra sente, problemas, angústias, cobranças…”, destacou.

Por fim, pediu cautela antes de tirar conclusões de algum caso que envolva outra mulher, mas também alertou para o risco do autojulgamento. “Antes de acusar, julgar, expor, procure saber, vá atrás da verdade, pois suas atitudes e comentários podem trazer um mal irreversível pra outra mana. Uma das coisas que eu aprendi com o feminismo é não atacar outra mulher, mesmo até que ela faça isso comigo. O que nós precisamos fazer é PARAR DE NOS CULPAR. É acreditar na irmandade e solidariedade entre mulheres. Em uma sociedade que estimula a competição entre nós, a SORORIDADE vai na contramão desse conceito. #juntassomosmaisfortes #8M”, concluiu.

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