Juliana Paes estreia em ‘A Força do Querer’ como a mulher de um traficante

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Juliana Paes estreia nesta segunda (3) em “A Força do Querer”, novela de Gloria Perez. Ela vai viver Bibi, mulher de um traficante que acaba entrando para o crime por amor e fica conhecida como a “baronesa do pó”. A personagem é inspirada em Fabiana Escobar, cuja história foi contada no livro “Perigosa”, um relato sobre a vida ao lado de um dos maiores traficantes da favela da Rocinha.

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Juliana Paes estreia nesta segunda (3) em “A Força do Querer”, novela de Gloria Perez. Ela vai viver Bibi, mulher de um traficante que acaba entrando para o crime por amor e fica conhecida como a “baronesa do pó”. A personagem é inspirada em Fabiana Escobar, cuja história foi contada no livro “Perigosa”, um relato sobre a vida ao lado de um dos maiores traficantes da favela da Rocinha.

Ao jornal “O Globo”, Juliana contou que se perguntava por que havia sido escolhida para o papel. Um vídeo de Bibi mostrado à atriz pela autora da novela acabou com o questionamento. “Entendi na hora. Ela é uma pessoa expansiva, de riso fácil, com um tom de voz mais alto. Sabe aquelas pessoas que ocupam mais espaço quando estão falando? É a Fabiana.”

Já em entrevista à revista “Veja”, também neste final de semana, a global falou do que considera “excessos do feminismo”. “Existe uma linha do feminismo com a qual eu não concordo muito. Acho errado esse desejo de igualdade com os homens a todo custo. Somos tão competentes e valiosas quanto eles, mas não iguais. A mulher precisa de mais tempo para se recuperar de uma gravidez e há outras questões que permeiam nosso universo. A sensibilidade, o lúdico, o caminho da ponderação, o afeto nas relações de trabalho… Tudo que faz parte do universo feminino e matriarcal deve ser respeitado”, declara. Para ela, que também é empresária, as mulheres devem “valorizar mais sua sensibilidade para lidar com tanta testosterona” no mundo dos negócios.

Na opinião da atriz, parte do movimento feminista se equivoca ao negar o que seria parte das características femininas. “Não quero queimar sutiãs. Gosto de sutiãs! Não quero quebrar saltos de sapato em busca de liberdade. Gosto de me enfeitar, e nós, mulheres, não fazemos isso para o macho. Fazemos porque dá prazer cuidar de si e cuidar do outro. Sou uma feminista de saia, sutiã, salto alto e batom vermelho.”

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