Artista revela segredos por trás do BB-8, robô caçula de “Stars Wars

Após o lançamento de “O Despertar da Força”, o expressivo robô BB-8 se tornou o novo xodó dos fãs da saga “Star Wars”. Mas, na verdade, ele não anda nem se mexe sozinho. Este e outros segredos por trás do novo colega de C-3P0 e R2-D2 foram revelados pelo ator e artista de efeitos visuais Brian Herring na Comic Con Experience, neste sábado (3).

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Após o lançamento de “O Despertar da Força”, o expressivo robô BB-8 se tornou o novo xodó dos fãs da saga “Star Wars”. Mas, na verdade, ele não anda nem se mexe sozinho. Este e outros segredos por trás do novo colega de C-3P0 e R2-D2 foram revelados pelo ator e artista de efeitos visuais Brian Herring na Comic Con Experience, neste sábado (3).

Durante o painel, Herring “quebrou a magia” mostrando uma foto dos bastidores em que ele aparecia operando BB-8 – função que ele divide com David Chapman. “Lembram a primeira cena do BB-8, andando na areia? Todo mundo pensa que era CGI, mas era eu correndo atrás do BB-8”, contou, arrancando risos da plateia.

Só em “O Despertar da Força”, o robozinho ganhou sete versões diferentes, incluindo uma com rodinhas, operada por controle remoto, e a controlada por Herring e Chapman, que também manipulavam sua cabeça e seu corpo.

Herring contou que ele era responsável inclusive pelos barulhos do robô nas cenas em que ele conversava com outros atores, como Daisy Ridley, a Rey. “Trabalhei com a Daisy e ter o BB-8 para ela atuar era muito importante. Eu fazia o [barulho característico do personagem] e ela reagia. É importante ter algo físico para o ator fazer sua performance”.

O casamento entre efeitos práticos e digitais foi aprovado pelo ator. “É muito importante agora, trazer os efeitos práticos. O digital nos ajudar e nós nos complementamos. Fazemos coisas com efeitos práticos e CGI. Há várias tomadas que não sei se é o real ou o virtual, porque eles pegaram todas a referências de nós e usaram”.

Ele ainda disse que fazer parte de “Star Wars” é ver um sonho se tornando realidade. “Eu tinha oito anos quando o primeiro filme estreou. Não podia ter trabalho melhor, foi incrível, incrível”.

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