Sem comentar separação, Paolla Oliveira diz que 2015 foi “ano excepcional”

Danny Bond, da série "Felizes para Sempre?", foi um divisor de águas na carreira de Paolla Oliveira. Quem garante é a própria atriz, vencedora do troféu Melhores do Ano no último domingo (13), feliz ainda com o sucesso da Melissa de "Além do Tempo". Ao fazer um balanço do ano de 2015, ela evitou comentar a separação do ator Joaquim Lopes, em fevereiro, e focou no trabalho, para dizer que foi um ano "incrível".

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Danny Bond, da série “Felizes para Sempre?”, foi um divisor de águas na carreira de Paolla Oliveira. Quem garante é a própria atriz, vencedora do troféu Melhores do Ano no último domingo (13), feliz ainda com o sucesso da Melissa de “Além do Tempo”. Ao fazer um balanço do ano de 2015, ela evitou comentar a separação do ator Joaquim Lopes, em fevereiro, e focou no trabalho, para dizer que foi um ano “incrível”.

“Não teve nada ruim, 2015 foi um ano excepcional. Comecei com Danny Bond, uma série com uma trajetória bacana, depois entrei numa novela inovadora, com um personagem de alto nível. Que venha um 2016 tão bom quanto 2015”, afirmou.

Além do reconhecimento pela interpretação como a garota de programa na atração dirigida por Fernando Meirelles, Paolla roubou a cena por sua boa forma – a sequência da personagem nua foi um dos momentos que quebraram a internet este ano. “Acho que faz parte, as pessoas veem primeiro o que é mais óbvio. Fiquei feliz que isso foi transcendido. Porque eu trabalhei, quando peguei o papel não pensei em nudez, nem nada assim, não pensei nessa cena. Pensei no trabalho, e o trabalho sobressaiu”, garantiu.

Depois de tamanha repercussão, a atriz comemora a chance de se renovar, no horário das seis, como uma vilã engraçada numa trama bem mais leve. “Procuro personagens tão inquietos como eu. Melissa agora é uma vilã que mostra mais a que veio, as maldades dela são psicológicas, são coisas que consegue ver no dia a dia. Inacreditavelmente vejo as pessoas defendendo, elas se identificam. É um pouco assustador porque é uma inversão de valores, mas é bom porque levanta discussão”, disse.

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