Clipe de “Blank Space” de Taylor Swift completa um ano

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Relembre a história e as conquistas do vídeo mais popular do álbum “1989”

Taylor Swift

Depois de dominar as paradas mundiais com a contagiante “Shake It Off“, Taylor Swift sabia que seria uma tarefa difícil alcançar sucesso parecido com o segundo single de seu mais recente álbum, “1989“.

Devido ao falatório do público (e da crítica) ao redor da segunda faixa do disco, “Blank Space“, a cantora decidiu arriscar e lançar esta sátira em forma de canção como música de trabalho.

O clipe chegou no dia 10 de novembro de 2014, e a partir daí foram recordes quebrados e conquistas sem parar.

História

Durante toda a sua carreira, a americana foi criticada por suas composições de cunho pessoal, pois escrevia sobre namorados que a deixaram, traíram e deixava mensagens em suas letras, indicando quem era a inspiração por trás de cada canção.

Com isso, a mídia mundial passou a retratá-la como uma serial dater, ou namoradeira, e insinuar que só namorava para poder escrever músicas de sucesso depois. A fama de “galinha” a perturbou muito, a ponto de, depois de seu último relacionamento se tornar bastante público (a cantora se envolveu com um dos integrantes da boyband One Direction, o britânico Harry Styles), não querer mais se relacionar com homem nenhum.

A artista se isolou em seu apartamento recém adquirido em Nova Iorque, e passou a gastar todo o seu tempo com amigas, em vez de procurar por outros amores.

Ao iniciar o processo de criação de “1989“, a cantora decidiu escrever uma música sobre a ideia que a mídia tem sobre ela: Swift criou uma personagem com todas as características que pintavam sobre si mesma (namoradeira, desesperada, obcecada por homens, obcecada por términos, vítima); daí saiu “Blank Space

O clipe

Toda a canção é uma sátira, criada pela própria cantora, na qual faz pouco da percepção que o mundo tem dela mesma. Portanto, pode-se classificar cada pedaço da canção como uma ironia, que não é explicada; a própria autora revelou em uma entrevista que não se importa se o público entender a real mensagem da música ou se pensar “viu, eu sabia que ela era louca”.

Pensando nisso, Taylor fez uma parceria com o diretor Joseph Kahn, e juntos criaram um mundo cheio de metáforas e exageros que encantaram os fãs da loira e também o resto do mundo.

Com participação do modelo Sean O’Pry, a artista interpreta esta mulher obcecada, que investe tudo em um relacionamento mas “vira o jogo” no primeiro sinal de desatenção do seu amado. No final, a personagem acaba trocando de parceiro, e começando o ciclo novamente, assim preenchendo seu “espaço em branco” com um homem diferente por vez.

Conquistas

A canção deu a Taylor a satisfação de substituir a si mesma no topo da parada de singles americana, a Billboard Hot 100, e lá permaneceu por sete semanas. O single ainda chegou à primeira posição em outros seis países.

O clipe da música foi o vídeo mais rápido a atingir um bilhão de visualizações na VEVO, e acumula hoje a segunda maior contagem de cliques de qualquer vídeo da plataforma.

Além disso, o aplicativo interativo que foi lançado junto com o clipe rendeu à artista seu primeiro Emmy este ano, por “Melhor Aplicativo Original”. Os usuários podiam andar pela mansão onde foram gravadas parte das cenas e se envolver em situações relacionadas com a história da música.

Relembre a produção a seguir:

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