Os Dez Mandamentos – Final trágico de Yunet um marco para a trama

A sétima praga de "Os Dez Mandamentos", chuva de gelo e fogo, exibida esta semana pela Record, destruiu não só a cidade cenográfica da novela, mas também a maior vilã da trama: Yunet (Adriana Garambone).

Depois de conseguir fugir do palácio onde estava presa por ter matado o faraó Seti (ZéCarlos Machado), Yunet não conseguiu ajuda dos hebreus e egípcios e foi atingida por uma das bolas de fogo que caíram do céu após a convocação da praga por Moisés (Guilherme Winter).

Em entrevista ao UOL, o diretor de "Os Dez Mandamentos", Alexandre Avancini, afirmou que considera o final trágico de Yunet um marco para a trama. "Ela foi a pior vilã, junto com o Seti. É uma morte que marca o fim de uma estrutura dramatúrgica porque depois do fim das pragas, acaba o Egito, acaba Ramsés (Sérgio Marone), depois serão outros conflitos, outros vilões", explicou. O hebreu Corá (Victor Hugo), que não acredita na libertação dos escravos, deve assumir o posto de vilão deixado por Yunet.

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 morte yunet

A sétima praga de “Os Dez Mandamentos”, chuva de gelo e fogo, exibida esta semana pela Record, destruiu não só a cidade cenográfica da novela, mas também a maior vilã da trama: Yunet (Adriana Garambone).

Depois de conseguir fugir do palácio onde estava presa por ter matado o faraó Seti (ZéCarlos Machado), Yunet não conseguiu ajuda dos hebreus e egípcios e foi atingida por uma das bolas de fogo que caíram do céu após a convocação da praga por Moisés (Guilherme Winter).

O final trágico de Yunet um marco para a trama. “Ela foi a pior vilã, junto com o Seti. É uma morte que marca o fim de uma estrutura dramatúrgica porque depois do fim das pragas, acaba o Egito, acaba Ramsés (Sérgio Marone), depois serão outros conflitos, outros vilões”, explicou Alexandre Avancini, diretor da trama. O hebreu Corá (Victor Hugo), que não acredita na libertação dos escravos, deve assumir o posto de vilão deixado por Yunet.

Avancini ainda parabenizou Adriana pela atuação na novela e disse que as vilanias da personagem foram “uma das maiores motrizes da dramaturgia da novela”. “Para mim, o bom vilão é aquele que faz. Às vezes tem o vilão que fala que é mau, mas não faz nada. A Yunet fazia. Ela falava que ia matar e matava. Ela matou o rei do Egito”, lembrou o diretor.

Em sua conta no Instagram, Garambone despediu-se da personagem, afirmando que Yunet “jamais morrerá em nossos corações”.

Abertura do Mar Vermelho

Com o fim da sétima praga, cujas gravações levaram duas noites e envolveram dublês, explosões de verdade e a completa destruição da cidade cenográfica, Avancini agora aguarda a exibição da abertura do Mar Vermelho, sequência grandiosa, que deve ir ao ar em 27 de outubro.

“O mar vermelho é nivel emocional puro. Coisas literalmente divinas vão acontecer. Os hebreus são guiados por uma coluna gigantesca de poeira, um anjo aparece. Só isso são grandes acontecimentos”, disse.

 

 

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