“Hoje as câmeras são minhas amigas”, diz Daniela Albuquerque sobre gafes

Francisco Cepeda/AgNewsDaniela Albuquerque lança seu novo programa, "Sensacional", em coletiva de imprensa na RedeTV!

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"Hoje as câmeras são minhas amigas", diz Daniela Albuquerque sobre gafesDaniela Albuquerque lança seu novo programa, “Sensacional”, em coletiva de imprensa na RedeTV!

Estreante na guerra travada aos domingos na TV brasileira, Daniela Albuquerque quer ser uma alternativa ao público de casa. No “Sensacional”, que estreia neste domingo (20), ela promete fazer o programa mais espontâneo da carreira. “A gente quer alegria, dançar, que a pessoa de casa arraste a cadeira e se anime. Acho que felicidade gera felicidade”

No programa, que será gravado em estúdio com plateia para 50 pessoas, a apresentadora quer explorar o seu lado descontraído. Por isso, diz que não terá qualquer problema com possíveis gafes.

“Olha, gafe é tão legal, sabia? Quando eu pensava muito no perfeito não era tão legal. No ‘Manhã Maior’ eu falava algumas besteiras às vezes e acho que as pessoas se divertiam mais”, relembra. Na atração, que ela apresentou com Regina Volpato, Daniela cometeu alguns micos – disse, por exemplo, que o ano tinha 361 dias – e se viu em algumas situações constrangedoras – numa delas, ouviu ao vivo na despedida da colega Keila Lima: “obrigada pela oportunidade de ter ensinado tudo a você”.

Passados quase três anos do fim do programa que ia ao ar nas manhãs da RedeTV!, a mulher de Amilcare Dallevo, presidente da emissora, defende uma liberdade maior quando se trata de entreter o público. Ela compara, por exemplo, com uma peça de teatro no qual há pouco espaço para o improviso: “Uma coisa muito certinha dá sono, você dorme”.

Embora não tenha preocupação com erros, Daniela diz que no início da carreira não lidava bem com as próprias escorregadas. “Quando eu comecei no Dr. Hollywood não tinha muita experiência, eu ficava meio triste, sabe? Eu era nova e não tinha muito jeito, você fica mais engessado. Hoje as câmeras são minhas amigas. Isso me preocupava no começo, mas hoje não mais. Eu vou mostrar os meus erros de gravação”, assegurou ela.

Daniela acredita que a maternidade mudou sua forma de pensar e por isso hoje em dia sofre menos com eventuais gafes. “Depois que fui mãe, acho que vida ficou mais leve. Você começa a dar menos importância a certas coisas”, refletiu ela, que tem duas meninas, Alice (3 anos) e Antonella (6 meses).

Sem sensacionalismo e mais diversão

O ‘Sensacional’ terá várias atrações, incluindo visitas a casas de famosos, musicais, games, um quadro para eleger a mais bela garota do litoral e até um momento de paquera no estúdio. Com a proposta de ser um programa de variedades, terá como uma das estratégias principais fisgar o público feminino no horário em que competir com o futebol na Globo.

 

"Hoje as câmeras são minhas amigas", diz Daniela Albuquerque sobre gafes

Programa de Rodrigo Faro, na Record, será um dos concorrentes da atração de Daniela Albuquerque

"Hoje as câmeras são minhas amigas", diz Daniela Albuquerque sobre gafes “O público da Dani é muito feminino e o Fábio Arruda [o consultor terá um quadro de moda no programa] muitas mulheres gostam. É um programa de variedades para os dois sexos, mas quando estiver no horário do jogo é melhor investir na parte feminina e no intervalo do jogo a gente pode colocar alguma coisa mais masculina para pegar esse outro público”, disse o diretor Thiego Moltini.

Depois de já ter estudado os conteúdos dos programas da concorrência – a Eliana no SBT, o Rodrigo Faro na Record e o Faustão na Globo -, Moltini entende que faltam atrações mais descontraídas nas tardes de domingo e aproveitou para alfinetar as que para ele são consideradas apelativas.

“Falta mais espontaneidade e deveria ter menos assistencialismo e sensacionalismo. Não é só quem não tem dinheiro, que não ganha salário mínimo, que precisa de uma ajuda para se vestir. Tem quem tem dinheiro que não sabe se vestir. Não precisa só ajudar em valor, mas dar diversão para a pessoa que assiste a gente poder sorrir. Falta um programa mais natural, e não aquele negócio roteirizado de ter que fazer a pessoa de casa chorar. Queremos fazer um negócio bem feito e alegre”, avisou.

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