TV é principal forma de lazer para 81% dos brasileiros, segundo Ancine

Divulgação/TV Globo81% dos brasileiros tem na TV sua principal fonte de lazer. Na foto, elenco de "I Love Paraisópolis", uma das atuais novelas da Globo

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    TV é principal forma de lazer para 81% dos brasileiros, segundo Ancine

    81% dos brasileiros tem na TV sua principal fonte de lazer. Na foto, elenco de “I Love Paraisópolis”, uma das atuais novelas da Globo

A TV reina na preferência dos brasileiros: de acordo com uma pesquisa realizada pela Ancine, assistir a programas na telinha é a principal forma de lazer de 81% dos brasileiros. O dado faz parte de uma pesquisa da instituição sobre o consumo de audiovisual no País, e foi revelado nesta quarta-feira (5) pelo presidente da Ancine, Manoel Rangel, durante o congresso da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura).

O segundo lugar entre as principais formas de lazer também ficou com a TV. 69% dos entrevistados tem o hábito de usá-la para acompanhar séries e filmes. Eles não haviam sido considerados na opção que foi a primeira colocada.

A pesquisa, que deve ser divulgada até o fim deste mês, ainda trouxe outros dados interessantes, incluindo o de que 51% dos brasileiros que não aderem à TV paga citam o preço dos pacotes como o principal impedimento.

Entre os assinantes do serviço, os principais atrativos são a qualidade da imagem (para 27% dos entrevistados) e o leque de filmes e séries disponíveis (22%).  Os canais mais buscados por eles são os de filmes (49%), esportes (24%) e notícias (13%).

Lei da TV Paga

O presidente da Ancine ainda comentou sobre os efeitos da Lei da TV Paga, que estabelece uma cota de produções nacionais na TV por assinatura. De acordo com ele, em 2014 chegou-se à média de 6h55 de programação nacional, contra 5h20 em 2013, conforme pesquisa feita com quinze canais.

Também houve aumento na emissão de CRTs, um registro na Ancine, para produções nacionais. “Nós últimos doze meses, foram mais de 11 mil CRTs [para a TV paga], 25 por cento maior do que 2014. Desses, 3.664 emitidos para obras brasileiras, aumento de 30 por cento em relação 2014”, explicou Rangel.

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