“Na arte, o politicamente correto tem que ter limites”, diz Birolli

Adriana Birolli fez um ensaio provocante para o fotógrafo Angelo Pastorello em que deixa partes de seu corpo à mostra e sensualiza com um cigarro aceso na mão. Para Birolli, o politicamente correto não deve ser prioridade quando o assunto é a arte.

"Fotos com cigarro e fumaça são um clássico. A possibilidade de brincar com a fumaça e com a luz é sempre atraente, é um misto de sensualidade com perigo, e acaba também trazendo algo de mistério para a situação… A situação do fumar hoje em dia é completamente diferente de 50 anos atrás, quando era elegante fumar uma cigarrilha. Concordo que o fumo faz mal, mas na arte, o politicamente correto tem que ter limites, porque arte limitada é arte censurada. O grande barato de ser artista é sair do lugar comum, deixar de ser um cidadão do mundo e virar um ser que tudo pode, nem que seja por alguns  momentos. Sair de si e dar corpo e voz a algo diferente", opinou a atriz de 28 anos.

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Adriana Birolli fez um ensaio provocante para o fotógrafo Angelo Pastorello em que deixa partes de seu corpo à mostra e sensualiza com um cigarro aceso na mão. Para Birolli, o politicamente correto não deve ser prioridade quando o assunto é a arte.

“Fotos com cigarro e fumaça são um clássico. A possibilidade de brincar com a fumaça e com a luz é sempre atraente, é um misto de sensualidade com perigo, e acaba também trazendo algo de mistério para a situação… A situação do fumar hoje em dia é completamente diferente de 50 anos atrás, quando era elegante fumar uma cigarrilha. Concordo que o fumo faz mal, mas na arte, o politicamente correto tem que ter limites, porque arte limitada é arte censurada. O grande barato de ser artista é sair do lugar comum, deixar de ser um cidadão do mundo e virar um ser que tudo pode, nem que seja por alguns  momentos. Sair de si e dar corpo e voz a algo diferente”, opinou a atriz de 28 anos.

Angelo Pastorello/Divulgação

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Escalada para “Totalmente Demais”, próxima novela das sete da Globo, de Rosane Svartman e Paulo Halm, Birolli contou que entrou no elenco na última hora e que ainda sabe pouco sobre sua personagem, a jornalista Lorena.

“Tem também uma rivalidade profissional com a personagem da Juliana Paes. Mas no começo apareço pouco, dou pinta somente em alguns capítulos. Segundo o diretor Luiz Henrique Rios e os autores Rosane Svartman e Paulo Haim mais adiante entro para valer na trama. Eu tenho certeza de que a novela será um grande sucesso! Tudo o que vi no workshop e nos encontros que participei me deixaram entusiasmada! O projeto é maravilhoso! E estou amando a chance de contracenar com a Juliana! Admiro muito ela, como artista e mulher!”, disse.

“A internet virou terra de ninguém”

Adepta das redes sociais, a atriz tem conta no Facebook e Instagram, mas garante que não é viciada em internet, como muitos jovens da sua geração. Birolli diz que não consegue passar muito tempo no celular ou na frente do computador acompanhando tudo o que acontece.

“Amo a era digital, mas gosto muito da vida real também. Acho que o maior problema é que a internet virou terra de ninguém, todo mundo escreve o quer graças à maravilhosa liberdade de expressão, mas ao mesmo tempo é cansativo a grande quantidade de crueldade, de comentários negativos que encontramos, às vezes acho que algumas pessoas usam a internet pra fazer terapia, desabafam e pronto, problema do vizinho”, opinou.

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