Saiba mais sobre o Minionese, dialeto que ninguém entende e todo mundo ama

Já sabemos que a comunicação vai muito além das palavras. É possível passar mensagens com olhares, gestos e até sons aleatórios, mas ainda surpreende que os Minions fossem conquistar tantos corações ao redor do mundo mesmo sendo ininteligíveis.

Roubando a cena desde o primeiro "Malvado Favorito", as criaturas amarelas e roliças ganharam um filme só delas. "Minions", chegou às telas nesta quinta-feira (24), conta a origem da turma amarela, bem anterior à era dos humanos na Terra, e seus esforços para encontrar e servir o maior vilão de todos os tempos.

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Já sabemos que a comunicação vai muito além das palavras. É possível passar mensagens com olhares, gestos e até sons aleatórios, mas ainda surpreende que os Minions fossem conquistar tantos corações ao redor do mundo mesmo sendo ininteligíveis.

Roubando a cena desde o primeiro “Malvado Favorito”, as criaturas amarelas e roliças ganharam um filme só delas. “Minions”, chegou às telas nesta quinta-feira (24), conta a origem da turma amarela, bem anterior à era dos humanos na Terra, e seus esforços para encontrar e servir o maior vilão de todos os tempos.

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Saiba mais sobre o Minionese, dialeto que ninguém entende e todo mundo ama

Esse dialeto esquisito falado pelos minions tem até um nome, o Minionese, e foi criado meio de sopetão por um dos diretores da animação, o francês Pierre Coffin. “Dublei um dos Minions para que os desenhistas de som pudessem ter uma ideia do que queríamos, mas o Chris Meledandri [produtor e CEO da Illumination] ouviu o teste e disse: ‘você vai fazer a voz dos Minions'”, contou o diretor em um vídeo oficial do estúdio.

Para emprestar a sua voz para não menos 899 criaturas amarelas, Coffin misturou sua língua materna, o francês, com inglês, italiano, espanhol e um pouquinho de japonês, por que não? E assim criou um dialeto que soa ridiculamente bem e universal. Depois disso, só foi preciso um efeito simples para acelerar a voz e voilá.

O diretor explica que diferentemente do Klingon, de “Jornada nas Estrelas”, ou o Na’vi, de “Avatar”, o Minionese não é uma língua com gramática e dicionário completos. “Se fosse uma língua com muitas regras, não teríamos a graça das palavras que pulam aleatoriamente da boca deles. E é isso que torna [o Minionese] tão universal”, explica Coffin.

Mesmo sem rigidez, o dialeto tem sua coerência e alguns fãs saíram catando algumas expressões para criar um minidicionário da língua. “Olá”, em Minonese, fica “Bello”, similiar ao “Hello!”, em inglês. Já um simples “eu te amo” vira “Tulaliloo ti amo”, que traz um pouco do romântico italiano.

Mesmo sendo o responsável pela aposta em Coffin, o próprio Chris Meledandri ainda se pergunta sobre o sucesso das criaturas baixinhas. “Sabíamos que o público gostaria, já que as 300 pessoas envolvidas na criação do filme os adoravam. Mas nós não tínhamos ideia de que iriam se tornar tão populares’, disse, em entrevista à Efe. “Eu não conheço nenhum (outro) filme onde os três personagens principais falam uma língua que você não pode compreender, mas que, de alguma forma, você pode capturar tudo o que é dito. Isso é extremamente engraçado’, disse ele.

Se você acabou de ver a nova produção e já ficou com saudades de não entender nada, não se preocupe, eles devem voltar às telonas em 2017 para roubar a cena mais uma vez em “Meu Malvado Favorito 3”.

Assista ao trailer do filme