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Gustavo Mendes pretende dar fim à imitação de Dilma e quer ser novo Ratinho

por Redação / Publicado em quarta-feira, 27 maio 2015 19:12 PM / / 671 views

O comediante Gustavo Mendes afirmou, durante entrevista ao programa “Mulheres”, da TV Gazeta, na tarde desta quinta-feira (27), que pretende dar fim à imitação da presidente Dilma Rousseff, personagem que “abriu portas em sua carreira”. O humorista, no entanto, não deu prazo de quando isso irá acontecer.

“Não é a ‘galinha dos ovos de ouro’, é a personagem que me abriu portas. Eu sempre tive grandes pretensões, como ser apresentador de TV e ter o meu próprio programa de TV. Resumindo: eu nunca quis ser Chico Anysio. Eu sempre quis ser o Ratinho. Só que o jeito mais fácil de chegar à televisão seria fazendo comédia, porque o humor sempre esteve natural em mim. Só que a Dilma explodiu”, explicou Mendes.

O humorista disse que não quer ser conhecido “pra sempre como o cara dos programas dos outros”. “Pode ser arriscado, mas eu sempre arrisquei. Quero ser animador de TV, de cara limpa”, contou. “Eu gostaria muito de ser o ‘Ratinho anos 90’. O Silvio Santos pode ser um ícone, mas eu nunca me tremi tanto diante do meu maior ídolo, que é o que eu gostaria de ser, que é o Ratinho”, completou.

Gustavo Mendes foi desligado da Band recentemente, mas, na mesma entrevista, revelou que “pode ser que volte à emissora” futuramente. “A Band está reformulando a grande e, por enquanto, não tem espaço para o que eu quero”, justificou.

Com passagens por Rede TV!, Globo e Band, Gustavo Mendes acarreta um amplo sucesso também na internet e em show de stand-up Brasil afora. Ainda na entrevista, ele revelou um certo ressentimento por Gilberto Barros, a quem o eliminou de um concurso em seu programa, mas elogiou Rafinha Bastos e as  equipes do extinto “Casseta e Planeta”, da Globo, e do “Agora é Tarde”, da Band. “Quando entrei no ‘Casseta’, era incrível porque tinha uma equipe de 25 anos [de estrada] que parava para me ouvir. Ali, era um grupo que queria fazer dar certo. O ‘Agora é Tarde’ tinham o mesmo espírito. O Rafinha me ouvia e me dava dicas. Sempre vesti a camisa de uma empresa. Odeio artistas, não tenho amigos artistas”, disse.

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