“Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição”, diz Fagundes

Divulgação/TV GloboAntônio Fagundes Em uma conversa franca aos "Grandes Atores", que vai ao ar nesta quinta-feira (9), às 23 horas, no canal Viva, Antonio Fagundes falou sobre seus quase 50 anos de carreira, o quanto batalhou para fazer TV e pontuou as principais características de um ator.

"A disciplina é uma coisa básica. A outra é o interesse, que diferencia um profissional do outro. Sem paixão também é complicado! Hoje em dia, se misturou um pouquinho ‘ser ator’ e ‘ser celebridade’. Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição.", explicou.

Fagundes relembrou a época em que fazia parte do grupo de atores do Teatro de Arena e contou que, mesmo com a repressão de colegas, ele batalhou bastante para ir para a TV.  

"Levei de 8 a 10 anos para conseguir, tentei muito. Sempre insisti com eles que devíamos fazer TV. No fim, todos acabaram fazendo, mas com convicção mesmo, só eu."

o ator admite "ter tido muita sorte na TV" e citou os autores com quem mais trabalhou: Benedito Ruy Barbosa e Gilberto Braga. "Fiz poucos [projetos de outros] fora os dois", comenta.

por

"Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição", diz Fagundes Em uma conversa franca aos “Grandes Atores”, que vai ao ar nesta quinta-feira (9), às 23 horas, no canal Viva, Antonio Fagundes falou sobre seus quase 50 anos de carreira, o quanto batalhou para fazer TV e pontuou as principais características de um ator.

“A disciplina é uma coisa básica. A outra é o interesse, que diferencia um profissional do outro. Sem paixão também é complicado! Hoje em dia, se misturou um pouquinho ‘ser ator’ e ‘ser celebridade’. Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição.”, explicou.

Fagundes relembrou a época em que fazia parte do grupo de atores do Teatro de Arena e contou que, mesmo com a repressão de colegas, ele batalhou bastante para ir para a TV.

“Levei de 8 a 10 anos para conseguir, tentei muito. Sempre insisti com eles que devíamos fazer TV. No fim, todos acabaram fazendo, mas com convicção mesmo, só eu.”

o ator admite “ter tido muita sorte na TV” e citou os autores com quem mais trabalhou: Benedito Ruy Barbosa e Gilberto Braga. “Fiz poucos [projetos de outros] fora os dois”, comenta.

"Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição", diz Fagundes
Em cena final de “Amor à Vida”, César (Antonio Fagundes) e Félix (Mateus Solano), pai e filho, dão as mãos e fazem as pazes

No programa, Fagundes lembra personagens como o Cacá de “Dancin’ Days” (1978), o Felipe Barreto de “O Dono do Mundo” (1991), o Pedro de “Carga Pesada” (1979-81 e 2003-07) e o final do de “Amor à Vida” (2013).

“É uma profissão onde você usa cada parte da sua vida. Isso é muito bonito, não tem aposentadoria, é um exercício constante”.,

"Ser celebridade é fácil, difícil é manter essa exposição", diz Fagundes
Mariana (Adriana Esteves) e José Inocêncio (Antonio Fagundes) em “Renascer”
Emocionado, contou sobre o encontro com Benedito quando foi convidado para viver José Inocêncio em “Renascer” (1993). “Fui o quinto a ser chamado. Uns quatro não puderam ou não quiseram antes de mim. Fomos jantar e ele revelou as premissas da novela e a última cena. Terminamos aos prantos no restaurante e topei na hora!”.

Sobre “O Dono do Mundo”, atualmente em exibição no VIVA, ele confessa que pediu ao autor Gilberto Braga para fazer Felipe Barreto, seu primeiro vilão em novelas.
“Falava com o Gilberto: ‘Faz uma Maria para mim, que eu faço o Mário. Suas personagens femininas são muito fortes. Você diz que não sabe escrever para homem, é só mudar o nome né? Você tem que fazer um personagem para mim!'”, lembrou.

Você também vai curtir