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Selton Mello começa a rodar novo filme com Vincent Cassel na Serra Gaúcha

por Bibi Toledo / Publicado em segunda-feira, 13 abr 2015 13:24 PM / / 725 views

Selton-MelloO ator e diretor Selton Mello, que começa a filmar seu terceiro longa, “O Filme da Minha Vida”

O ator e cineasta Selton Mello começa a rodar nesta segunda-feira (13) seu terceiro filme como diretor, “O Filme da Minha Vida”. Com o ator francês Vicent Cassel no elenco, o longa será filmado até 29 de maio, na Serra Gaúcha (RS), envolvendo uma equipe de 150 pessoas.

Selton também atua no filme, que e é inspirado no livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármet, autor de obras como “O Carteiro e o Poeta”. A adaptação para o roteiro foi realizada pelo diretor e por Marcelo Vindicatto, seu parceiro nos filmes anteriores (“O Palhaço” e “Feliz Natal”).

As filmagens ocorrem nas idades de Cotiporã, Veranópolis, Bento Gonçalves, Garibaldi, Farroupilha, Monte Belo do Sul e Santa Tereza.

Ambientado no sul do Brasil, na década de 1960, o filme mostra o processo de amadurecimento do jovem Tony (Johnny Massaro), sua relação próxima com a mãe e a ausência do pai (Cassel). De volta à cidade de Remanso, onde mora sua família, ele é recebido com a notícia de que o pai voltou à França. Ao mesmo tempo, Tony começa a dar aulas e tem que lidar com seus alunos adolescentes.

Selton interpreta Paco, o amigo fanfarrão de Tony e da família. Também estão no elenco Bruna Linzmeyer, Rolando Boldrin, Ondina Clais, Beatriz Arantes, João Prates, Erika Januza, Martha Nowill e Antonio Skármeta, em participação especial. A estreia está prevista para o primeiro semestre de 2016.

“Depois da experiência luminosa com ‘O Palhaço’ passei um bom tempo matutando qual seria o meu próximo passo no cinema. Rascunhei coisas novas, originais, procurei algo que me instigasse e nada me arrebatou. Eis que um dia Skármeta entrou em contato comigo e Vânia Catani, produtora e minha parceira. Seu desejo era que o livro ‘Um Pai de Cinema’ fosse realizado no Brasil. Achei que era um trote, depois percebi que não, ele realmente estava ali com um desejo claro e achava que a pessoa que deveria fazer a transposição das páginas de seu livro para a tela do cinema era eu”, contou o cineasta, em nota oficial.

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