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Local de velório de Cláudio Marzo é alterado

por Redação / Publicado em quarta-feira, 25 mar 2015 00:28 AM / / 456 views

claudio-marzo-11A Globo informou em comunicado enviado à imprensa, na noite desta terça-feira (24), que o local do velório do ator Cláudio Marzo foi alterado e acontecerá nesta quinta-feira (26), com abertura ao público entre 11h e 16h, no Memorial do Carmo, no bairro do Caju, Rio de Janeiro.

A cremação acontecerá no mesmo dia, às 18 horas, em uma cerimônia reservada à família do ator.

Cláudio Marzo morreu neste domingo, dia 22, no Rio de Janeiro, aos 74 anos, em decorrência de um quadro de efisema pulmonar e pneumonia.

Marzo, conhecido por papéis como o Duda de “Irmãos Coragem” (1970), o coveiro Orestes de “Fera Ferida” e o José Leôncio de “Pantanal”, morreu aos 74 anos, em decorrência de complicações de um enfisema pulmonar. Ele estava internado no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, desde o dia 4 de março.

Biografia

Cláudio Marzo nasceu em 26 de setembro de 1940, em uma família de operários descendentes de italianos de São Paulo. Abandonou os estudos aos 17 anos para seguir a carreira de ator, trabalhando como figurante na TV Paulista. Em seguida foi contratado pela TV Tupi e logo depois começou a atuar no grupo de teatro Oficina, com José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso.

Aos 25 anos assinou contrato com a Globo, integrando o primeiro grupo de atores contratados pela emissora, que foi fundada em abril de 1965. Sua estreia na televisão aconteceu na novela “A Moreninha”, exibida naquele mesmo ano.

Atuou em diversas novelas globais, com destaque para “Irmãos Coragem” (1970), “Saramandaia” (1976), “Brilhante” (1981), “Fera Ferida” (1993) e “Mulheres Apaixonadas” (2003).

Fora da Globo, participou de “Kananga do Japão” (1989) e “Pantanal” (1990), na TV Manchete. Nesta última ele interpretou José Leôncio e o lendário Velho do Rio. Seu derradeiro trabalho na televisão foi na minissérie “Guerra e Paz” (2009), exibida pela Globo.

Marzo também teve uma carreira de sucesso no cinema, com participação em 35 longa-metragens. Atuou em filmes como “A Dama do Lotação” (1978), “Pra Frente, Brasil” (1982) e “O Homem Nu” (1997), pelo qual recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado. Seu último filme foi “A Casa da Mãe Joana” (2007).

O ator deixa mulher — a diretora Neia Marzo — e três filhos, Alexandra Marzo, Diogo e Bento. Eles são frutos de três casamentos anteriores, com as atrizes Betty Faria, Denise Dumont e Xuxa Lopes.

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