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Ícone do cinema Norma Bengell deixa um legado de beleza e glamour

por André Sank / Publicado em quarta-feira, 09 out 2013 15:08 PM / / 201 views

Outro dia passou na TV a cabo uma reprise do clássico Noite Vazia, de Walter Hugo Khouri, lançado em 1964. O filme mostra o retrato da solidão na imensa São Paulo da época. Norma Bengell faz uma prostituta romântica. Desempenho memorável. Ela estava belíssima no filme. Naquela altura Norma já tinha marcado a história do cinema brasileiro ao aparecer totalmente nua em Os Cafajestes, de 1962. Gravou discos (sua versão de Você é deliciosa de ouvir), foi comparada a Brigitte Bardot. Fez e aconteceu. Na TV trabalhou pouco. Chegou a gravar cenas como a vilã Iolanda Pratini de Dancin Days (1978), mas desentendimentos fizeram ela sair da trama. O papel consagrou Joana Fomm. Fez Partido Alto (1984) e recentemente, Toma Lá Dá Cá (2009). Dirigiu o longa Eternamente Pagú (1988). Morreu hoje pela manhã aos 78 anos, de câncer no pulmão. E se eternizou no imaginário popular.

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